sábado, 18 de setembro de 2010

Será q chego a Marabá?

Em homenagem ao meu amigo Tropical q acha q escrevo pouco ai vai uma pergunta:

Se eu pegar um barco em Lagoabá e for subindo pelo Rioabá ...será q chego a Marabá ou Oceanoabá?

Estou dando uma dica...cada uma!!!

Abs e Bjs

Victor

Esclarecendo...

Quero esclarecer que os textos que postei aqui são de minha autoria, mas como acho q vou postar textos de outros a partir daqui passo a assinar qdo forem meus

Abs e Bjs

Victor

quinta-feira, 29 de julho de 2010

O PODER DO VERBO

Hoje quero falar do poder do verbo sobre o qual se faz tanto mistério. Mas não vou me ater ao lado ruim disso, tipo maldições e "macumbas evangélicas"...

Quero abordar uma experiencia:

Há muitos anos atrás (eu era recém casado) ganhei um livro chamado "Leis dinamicas da prosperidade" escrito por uma missionaria americana chamada Catherine Ponder que acabou sendo por uns bons tempos meu livro de cabeceira.
Essa autora entre outras coisas ensinava q caso vc quizesse alterar alguma situação deveria escrever etiquetas com dizeres do tipo: isso vai mudar, não aceito tal coisa, a cada dia q passa estou mais isso e mais aquilo, enfim o q quer q desejasse fixar deveria escrever e colar essas etiquetas em lugares onde pudesse ler toda hora, tipo espelho do banheiro, porta do armario, painel do carro.
Lá fui eu e esvcrevi tudo a q tinha "direito" e colei em todos os lugares ( o meu armário parecia as tabuas de Moisés!)... sabe o q aconteceu? NADA! KKKKK
Mas essa experiencia me levou a perceber q se desse inputs positivos as pessoas respondiam de forma muito legal e ai pasei a usar esse artificio.
Com o passar dos anos fui percebendo essa coisa do poder do verbo mais ou menos assim: elogie alguem ou sorria ou diga algo positivo.. a reação é imediata e muito friendly, óbvio né ... então por q não usamos?
é por q fomos criados segundo uma visão de educação da negativa.. não meche ai, não faz isso, seu isso, seu aquilo... E nossa mente se habituou c/ esse padrão de negação, simples assim.
Bem, criei meus filhos, segui minha vida e sempre praticando esse principio de usar o poder do verbo de forma positiva (não q nunca usasse da outra forma, aqui ninguém é santo) e fui percebendo q a atitude das pessoas se transforma e gera um ambiente propicio a gentilezas e é evidente q num astral desses as coisas acontecem! Nossa, são incontaveis exemplos q teria p/ contar, mas outra hora eu conto.
Vou parando por aqui recomendando q faça esse teste à sua volta e depois me conte o q deu.

Abs e Bjs

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Monólogos a dois

Seguindo um pouco mais e aprofundando a análise das dinâmicas estabelecidas nessas discussões que citei em “ansiedade” vou escrever hoje sobre o tema do titulo.



Na linha do “se coloque no lugar do outro” eu pergunto: sinceramente se alguém no seu trabalho vier com uma conversa pro seu lado tentando te agredir ou diminuir vc consegue não sentir uma raiva enorme?... bom, imagine agora alguém q vc ama e considera agindo dessa forma...


Vamos lá... aquele estranho pelo qual vc não tem grandes expectativa até te incomoda e eventualmente machuca, mas a pessoa q vc ama e considera e respeita e proteje  e   e    e ...essa te fere e é ferida profunda, que deixa cicatriz!


Esse tipo de experiência dói demais, machuca muito e na maioria das vezes superficialmente a ferida sara mas restam marcas internas que aflorarão la pra frente como uma massa fermentada q cresce e até dobra  seu volume. É por isso q muitas vezes uma respostinha atravessada q vc da o outro já sai chutando tudo e ai o q feriu é ferido e por ai vai.


Agora me diga: quando vc faz o papel do q fere, o q acha q vai colher? Carinho... entendimento...afeto? Principio da ação e reação ja ouviu falar?


Muito bem, feita essa preparação vamos ao ponto.


Gosto muitas vezes em reuniões sociais ou mesmo num bate papo em um grupo menor de me colocar como observador e isso me remete ao titulo dessa publicação de hoje: Monólogos a dois... é isso q vejo!


As pessoas do alto (melhor seria do baixo) de suas ansiedades ficam pensando no que dirão assim q o outro parar de dizer bla bla bla bla bla bla e bla bla bla.se vc se aventurasse ao final de 3 rodadas de argumentos a perguntar p/ um sobre o q o outro tentou expressar certamente veria um baita interrogação cravada na testa dele. Essa é a base da análise que me leva a dar esse nome pejorativo ao que deveria se chamar DIalogo.


Então para não ficar me estendendo demais peço q vc reflita sobre como são anti producentes essas reações, mas pricipalmente lhe sugiro entender q uma abordagem respeitosa e uma contenção da ansiedade  certamente trarão um resultado prático muito mais produtivo e construtivo (mas sobre isso falarei numa próxima postagem)


Reflitam e tenham uma semana de vitórias


Aguardo comentários


Abs


Victor